sexta-feira, 16 de maio de 2008

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O blog completou cem mil acessos essa semana e vários questionamentos vieram na minha cabeça. Achei que algumas dúvidas eram comigo mesma, a respeito do que eu ainda acredito ou torço...
Mas depois de passar algum tempo pensando, descobri que eu, diferentemente do que andam dizendo por aí, estou onde sempre estive.
As minhas certezas, essas são as mesmas.

Mas será que eu não mudei durante todo esse tempo?

Mudei sim. Mas não foi uma mudança de sentimento, não passei a gostar menos, de nenhum dos dois.
Foi uma mudança, na verdade, de comportamento.

Desde um dia desse verão, que eu fui pro litoral, sentei de frente pro mar e enxerguei o meu papel nessa história, a forma como eu tenho me comportado em relação a eles foi mudando. Talvez é isso que hoje cause estranheza nas pessoas.

A Dani Poa sonhadora cedeu lugar pra uma pessoa cética e conformada?
Não.
Eu apenas decidi, pro meu próprio bem, tentar não sofrer com as escolhas de outras pessoas. Eu sei que nisso a gente não manda, mas eu consegui fazer o meu coração escutar só um pouquinho a razão, enfim. Isso me ajudou a levar numa boa todos os "novos relacionamentos" deles que vêm surgindo, me ajudou a parar de chorar um pouco por uma história que não é minha.

E sabe do que mais?
A certeza mesmo, aquela que eu tenho aqui dentro do peito, não mudou nem um pouquinho. Na minha percepção eles ainda se gostam. Eu ainda enxergo na euforia nervosa da Íris quando o assunto é Alemão, a mesma guria que eu via há mais de um ano atrás dizer: "vc é galinha insano, eu não gosto de trem bagunçado não!".

Eu ainda vejo no Diego, nas poucas vezes que pude ouvir da boca dele as palavras, um guri apaixonado e paciente, mas insano que só ele! hehehe

Enfim, eu acho que essa história está longe de terminar.
Vocês querem um conselho?
Olhem pra dentro de vocês mesmos.
O sentimento ainda é forte o suficiente pra agüentar o tranco?
A certeza ainda é a mesma?
Então "tá feito o carreto", como se diz aqui no sul.

Eu já provei pra mim mesma que podia agüentar muito mais do que pensava que pudesse.
Na primeira ameaça à minha intimidade achei que fosse pular fora.
Eu não preciso estar aqui.
Mas o meu coração provou ser mais forte.
Não foram pessoas indo no orkut da íris falar mal de mim, nem anônimos que vêm aqui e me mandam e-mail dizendo coisas nada bonitas, nem o deboche das oferendas, nem a violação da minha intimidade, nem mesmo a revelação da minha "verdadeira identidade" me tiraram desse barco.

De uma vez por todas, só tem uma coisa que vai fazer eu parar de acreditar:
Olhar pra dentro dos olhos deles e não enxergar mais sentimento.
Todo o resto não me importa mais.

Parem de dizer que eu joguei a toalha a cada coisa que eu falar.
Isso tá me cansando já...
Daqui a pouco eu vou ter medo de vir aqui escrever, olha que absurdo.
Interpretem bem as minhas palavras, que eu vou me esforçar pra não dar margem à interpretações erradas.
Fechado?

Mas leiam bem! hehehe
E respirem fundo antes de ir em qualquer halos causar surto, please!
Será que dá pra fazer isso por mim?

Brigadaaaaaaaaaaa gente
Vocês já vieram aqui cem mil vezes!!
Eestou lisonjeada hihihi

Bjos
Bom fim de semana
Os livros me aguardam...

terça-feira, 13 de maio de 2008

Onde anda limão?

Eis aí a questão.
Onde anda limão?
Mexicanas aflitas perguntam,
Dúvidas pairam no ar.

Será um novo amor?
Ou apenas o desejo de se resguardar?

O fato é que há saudade,
mais do que ele possa imaginar.

Eu então me pergunto:
Limão: onde pode ele estar?

Pra mim, trabalhando, vivendo.
Pra outros, fugindo, correndo.

Mas que motivos pra isso ele teria?

Acho que enfim chega a nós a verdade:
Gostamos de alguém que não gosta de aparecer.
Encarar isso de frente significa... crescer.
Afinal, o destino é dele, de quem mais poderia ser?

Se não mostrar mais o rostinho ele escolher,
as mexicanas vão sofrer.

Mas até que ponto podemos dizer que não foi por esse Alemão que fizemos torcer?

Aquele que como bem o Bial dizia, não tinha idéia do tamanho que o mundo aqui fora tinha.
Mas será que ele queria?
Camisetas rasgadas e euforia?
Ou só uma guria, uma grana no bolso e a família?

Queremos satisfações de alguém que sempre deixou claro que não deve nada à ninguém.

Que destino o nosso, hein?

Amamos dois humanos que um dia foram um só coração,
mas que desde sempre tiveram personalidades, jeitos e gostos como ninguém.

Tentar mudá-los será em vão.

Caipira, capa de revista.
Limão?
Acho que daqui por diante mexicanas, só no coração.

Eu quero que ele seja feliz!
Se escrever num diário for desconfortável, então que ele deixe de fazê-lo.
Se estar de frente pras câmeras não for o seu desejo,
terá que deixar de ser o nosso galera...

Olhando pra trás, assim, eu descubro que o erro maior foi nosso.
Projetamos a felicidade que a Íris demonstra ao estar de frente aos flashes,
num Diego tímido e reservado.
Projetamos o desejo de privacidade do Alemão numa Caipira que não se importa com a invasão.

Não é falta de consideração desaparecer, se assim manda o teu coração.
Não é excesso de exposição estar nas quatro mídias, se assim você alcança a realização.

Antes de juntá-los, como sempre fizemos, vamos separar a imagem da Íris e do Alemão.

Acho que assim vai dar pra enxergar que apoio mesmo, incondicional, nós nunca demos.
São pessoas diferentes, que escolheram caminhos e destinos diferentes.
Lááá, bem lá na frente, se eles se cruzarem novamente,
que tanto eles quanto nós estejamos prontos.

Prontos pra aceitar sem julgar,
Pra dar carinho sem esperar um diário, uma foto...

O retrato da nossa felicidade deve ser o sorriso que vem deles.

Se eles estiverem sorrindo, felizes, assim eu vou estar também.
Mesmo que isso signifique eu não enxergar a carinha do Diego por um bom tempo,
enquanto rio com a Íris no rádio diariamente.

Notícias são boas pra gente, mas e se o deixam descontente?

domingo, 11 de maio de 2008

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