Bom gente, acho que depois do que eu falei ontem, deveria vir aqui e terminar a história.
Quero dizer que eu fiquei muito, muito triste no dia em que tentei ouvir a Íris falando que entrava aqui e não consegui. Fiquei triste mesmo, decepcionada. Putz, queria tanto tentar sentir a reação dela, prestar bem atenção nas suas palavras... e não pelo Alemão não, nem por algo que esse espaço represente, mas por mim mesma. Pelo meu esforço, que não é pouco de permanecer aqui, por ela e pelo Diego também. Todas as vezes que eu ouvi a Íris agradecer no ar alguma pessoa, citar algum nome, falar do blog do casal, do oficial, do sirizão, ficava feliz por ela reconhecer, às vezes até meio exageradamente, o esforço que é preciso pra manter esses espaços. E isso não tem nada a ver com "facção", ou de que lado da história eu estou, mas tem sim a ver com eu me colocar no lugar das pessoas que escutam o seu nome da boquinha dela, de eu imaginar a alegria que isso proporciona. Eu já senti isso vindo do Alemão, e nunca vou esquecer a minha felicidade dele saber que essa formiguinha aqui existe. Pois bem.
Na mesma hora que eu vi a parte que ela fala do meu blog cortada, veio na minha cabeça tooooodas as vezes que editaram ela falando do alemão, das mexicanas, do relacionamento deles, do que ela sentia, como se sentia e o quanto ele era importante em sua vida. Pensei: nossa, mais uma coisa censurada pra lista, mais uma fita na boca da Siri, mais uma vez uma atitude pequena, de quem é insegura em relação ao que pensa e tenta, de qualquer forma, transformar a "real" realidade em uma cena de cinema, onde o diretor diz "corta!" e pronto. Aquilo não entra no filme.
Confesso que a associação foi imediata e que na hora, diferentemente das outras vezes, não senti raiva, aquela que eu sinto quando um chat ou o tv fama é editado. Fiquei triste... triste mesmo.
O fato é que quem que grava o áudio do transalouca justificou o corte dizendo que a gravação é instável, cai toda hora e mais especificamente nesse dia, o áudio ficou cortado em várias partes. Eu quero acreditar nisso, de verdade. Porque se assim for, significa que ainda há discernimento do outro lado. Lado esse que devia ser o mesmo meu, mas que pelo rumo da história acabou mesmo afastado. Se foi assim que aconteceu, se o corte não foi proposital, a minha tristeza fica um pouquinho conformada.
Não era mesmo pra eu ouvir, era pra essa parte ser perdida, paciência...
Mas eu não vou pedir desculpa. Não vou porque queria que essa postagem aqui embaixo ficasse como símbolo da minha indignação com tantos outros cortes que foram e ainda serão feitos no trabalho, nas palavras e nas expressões da Íris. Isso foi algo que sempre me revoltou e que nunca tinha escrito sobre. Eu senti a edição do transalouca do dia 24 como a gota d'água e resolvi falar.
Então se não for por mim, quero que "esse carnaval" que eu fiz, como enfatizaram algumas pessoas, fique sim, mas por ela. Para que as pessoas que realmente editam pensem no que isso significa, no tanto que é arbitrário cortar o que a Íris diz. Ela não se comporta da forma como a gente gostaria, até porque ela teria que ser várias caipiras pra conseguir essa façanha. As mexicanas já tomaram vários baldes de água fria, vindos de ambos os lados, é verdade, com algumas palavras deles. Mas nós secamos as roupas, deixamos o sombreiro no sol e no outro dia estamos lá, na luta de novo. É assim porque eu comprei a defesa da Siri porque eu quis, e ela já era assim quando eu resolvi fazê-lo. Falava coisas já na casa que eu não concordava, tinha atitudes que eram completamente diferentes das minhas. Putz, é errado achar isso?
Acho que não, porque as pessoas que a editam, pelo visto, também acham que ela erra. A diferença é que eu não corto o aparente erro pra mim, porque PRA ELA era certo dizer aquilo, ERA DA VONTADE DELA se comportar daquela forma.
Isso já basta pra saber que errado está quem não respeita quem tanto diz gostar.
Brigada por tudo que escreveram aqui nos meus comentários. Teve gente que realmente me surpreendeu.
Ah, e o dia que eu não puder dizer aqui o que eu sinto, não vai mais valer a pena estar nessa história. Esse espaço é livre, eu venho e falo o que eu estiver sentindo, mesmo que depois veja que eu interpretei alguma coisa erroneamente.
Assim eu faço porque, de qualquer forma, o que eu SENTI na hora foi real.
Numa analogia meio irresponsável, o que eu faço aqui seria como um tipo de
jornalismo interpretativo.
Não preciso buscar a imparcialidade nem a objetividade que espaços que realmente se propõe a ser imparciais deveriam buscar.
Este é um blog de opinião.
Portanto, é livre.
Quero dizer que eu fiquei muito, muito triste no dia em que tentei ouvir a Íris falando que entrava aqui e não consegui. Fiquei triste mesmo, decepcionada. Putz, queria tanto tentar sentir a reação dela, prestar bem atenção nas suas palavras... e não pelo Alemão não, nem por algo que esse espaço represente, mas por mim mesma. Pelo meu esforço, que não é pouco de permanecer aqui, por ela e pelo Diego também. Todas as vezes que eu ouvi a Íris agradecer no ar alguma pessoa, citar algum nome, falar do blog do casal, do oficial, do sirizão, ficava feliz por ela reconhecer, às vezes até meio exageradamente, o esforço que é preciso pra manter esses espaços. E isso não tem nada a ver com "facção", ou de que lado da história eu estou, mas tem sim a ver com eu me colocar no lugar das pessoas que escutam o seu nome da boquinha dela, de eu imaginar a alegria que isso proporciona. Eu já senti isso vindo do Alemão, e nunca vou esquecer a minha felicidade dele saber que essa formiguinha aqui existe. Pois bem.
Na mesma hora que eu vi a parte que ela fala do meu blog cortada, veio na minha cabeça tooooodas as vezes que editaram ela falando do alemão, das mexicanas, do relacionamento deles, do que ela sentia, como se sentia e o quanto ele era importante em sua vida. Pensei: nossa, mais uma coisa censurada pra lista, mais uma fita na boca da Siri, mais uma vez uma atitude pequena, de quem é insegura em relação ao que pensa e tenta, de qualquer forma, transformar a "real" realidade em uma cena de cinema, onde o diretor diz "corta!" e pronto. Aquilo não entra no filme.
Confesso que a associação foi imediata e que na hora, diferentemente das outras vezes, não senti raiva, aquela que eu sinto quando um chat ou o tv fama é editado. Fiquei triste... triste mesmo.
O fato é que quem que grava o áudio do transalouca justificou o corte dizendo que a gravação é instável, cai toda hora e mais especificamente nesse dia, o áudio ficou cortado em várias partes. Eu quero acreditar nisso, de verdade. Porque se assim for, significa que ainda há discernimento do outro lado. Lado esse que devia ser o mesmo meu, mas que pelo rumo da história acabou mesmo afastado. Se foi assim que aconteceu, se o corte não foi proposital, a minha tristeza fica um pouquinho conformada.
Não era mesmo pra eu ouvir, era pra essa parte ser perdida, paciência...
Mas eu não vou pedir desculpa. Não vou porque queria que essa postagem aqui embaixo ficasse como símbolo da minha indignação com tantos outros cortes que foram e ainda serão feitos no trabalho, nas palavras e nas expressões da Íris. Isso foi algo que sempre me revoltou e que nunca tinha escrito sobre. Eu senti a edição do transalouca do dia 24 como a gota d'água e resolvi falar.
Então se não for por mim, quero que "esse carnaval" que eu fiz, como enfatizaram algumas pessoas, fique sim, mas por ela. Para que as pessoas que realmente editam pensem no que isso significa, no tanto que é arbitrário cortar o que a Íris diz. Ela não se comporta da forma como a gente gostaria, até porque ela teria que ser várias caipiras pra conseguir essa façanha. As mexicanas já tomaram vários baldes de água fria, vindos de ambos os lados, é verdade, com algumas palavras deles. Mas nós secamos as roupas, deixamos o sombreiro no sol e no outro dia estamos lá, na luta de novo. É assim porque eu comprei a defesa da Siri porque eu quis, e ela já era assim quando eu resolvi fazê-lo. Falava coisas já na casa que eu não concordava, tinha atitudes que eram completamente diferentes das minhas. Putz, é errado achar isso?
Acho que não, porque as pessoas que a editam, pelo visto, também acham que ela erra. A diferença é que eu não corto o aparente erro pra mim, porque PRA ELA era certo dizer aquilo, ERA DA VONTADE DELA se comportar daquela forma.
Isso já basta pra saber que errado está quem não respeita quem tanto diz gostar.
Brigada por tudo que escreveram aqui nos meus comentários. Teve gente que realmente me surpreendeu.
Ah, e o dia que eu não puder dizer aqui o que eu sinto, não vai mais valer a pena estar nessa história. Esse espaço é livre, eu venho e falo o que eu estiver sentindo, mesmo que depois veja que eu interpretei alguma coisa erroneamente.
Assim eu faço porque, de qualquer forma, o que eu SENTI na hora foi real.
Numa analogia meio irresponsável, o que eu faço aqui seria como um tipo de
jornalismo interpretativo.
Não preciso buscar a imparcialidade nem a objetividade que espaços que realmente se propõe a ser imparciais deveriam buscar.
Este é um blog de opinião.
Portanto, é livre.













