sábado, 26 de abril de 2008

Blog da Dani Poa

Bom gente, acho que depois do que eu falei ontem, deveria vir aqui e terminar a história.

Quero dizer que eu fiquei muito, muito triste no dia em que tentei ouvir a Íris falando que entrava aqui e não consegui. Fiquei triste mesmo, decepcionada. Putz, queria tanto tentar sentir a reação dela, prestar bem atenção nas suas palavras... e não pelo Alemão não, nem por algo que esse espaço represente, mas por mim mesma. Pelo meu esforço, que não é pouco de permanecer aqui, por ela e pelo Diego também. Todas as vezes que eu ouvi a Íris agradecer no ar alguma pessoa, citar algum nome, falar do blog do casal, do oficial, do sirizão, ficava feliz por ela reconhecer, às vezes até meio exageradamente, o esforço que é preciso pra manter esses espaços. E isso não tem nada a ver com "facção", ou de que lado da história eu estou, mas tem sim a ver com eu me colocar no lugar das pessoas que escutam o seu nome da boquinha dela, de eu imaginar a alegria que isso proporciona. Eu já senti isso vindo do Alemão, e nunca vou esquecer a minha felicidade dele saber que essa formiguinha aqui existe. Pois bem.

Na mesma hora que eu vi a parte que ela fala do meu blog cortada, veio na minha cabeça tooooodas as vezes que editaram ela falando do alemão, das mexicanas, do relacionamento deles, do que ela sentia, como se sentia e o quanto ele era importante em sua vida. Pensei: nossa, mais uma coisa censurada pra lista, mais uma fita na boca da Siri, mais uma vez uma atitude pequena, de quem é insegura em relação ao que pensa e tenta, de qualquer forma, transformar a "real" realidade em uma cena de cinema, onde o diretor diz "corta!" e pronto. Aquilo não entra no filme.

Confesso que a associação foi imediata e que na hora, diferentemente das outras vezes, não senti raiva, aquela que eu sinto quando um chat ou o tv fama é editado. Fiquei triste... triste mesmo.

O fato é que quem que grava o áudio do transalouca justificou o corte dizendo que a gravação é instável, cai toda hora e mais especificamente nesse dia, o áudio ficou cortado em várias partes. Eu quero acreditar nisso, de verdade. Porque se assim for, significa que ainda há discernimento do outro lado. Lado esse que devia ser o mesmo meu, mas que pelo rumo da história acabou mesmo afastado. Se foi assim que aconteceu, se o corte não foi proposital, a minha tristeza fica um pouquinho conformada.
Não era mesmo pra eu ouvir, era pra essa parte ser perdida, paciência...

Mas eu não vou pedir desculpa. Não vou porque queria que essa postagem aqui embaixo ficasse como símbolo da minha indignação com tantos outros cortes que foram e ainda serão feitos no trabalho, nas palavras e nas expressões da Íris. Isso foi algo que sempre me revoltou e que nunca tinha escrito sobre. Eu senti a edição do transalouca do dia 24 como a gota d'água e resolvi falar.

Então se não for por mim, quero que "esse carnaval" que eu fiz, como enfatizaram algumas pessoas, fique sim, mas por ela. Para que as pessoas que realmente editam pensem no que isso significa, no tanto que é arbitrário cortar o que a Íris diz. Ela não se comporta da forma como a gente gostaria, até porque ela teria que ser várias caipiras pra conseguir essa façanha. As mexicanas já tomaram vários baldes de água fria, vindos de ambos os lados, é verdade, com algumas palavras deles. Mas nós secamos as roupas, deixamos o sombreiro no sol e no outro dia estamos lá, na luta de novo. É assim porque eu comprei a defesa da Siri porque eu quis, e ela já era assim quando eu resolvi fazê-lo. Falava coisas já na casa que eu não concordava, tinha atitudes que eram completamente diferentes das minhas. Putz, é errado achar isso?

Acho que não, porque as pessoas que a editam, pelo visto, também acham que ela erra. A diferença é que eu não corto o aparente erro pra mim, porque PRA ELA era certo dizer aquilo, ERA DA VONTADE DELA se comportar daquela forma.

Isso já basta pra saber que errado está quem não respeita quem tanto diz gostar.

Brigada por tudo que escreveram aqui nos meus comentários. Teve gente que realmente me surpreendeu.

Ah, e o dia que eu não puder dizer aqui o que eu sinto, não vai mais valer a pena estar nessa história. Esse espaço é livre, eu venho e falo o que eu estiver sentindo, mesmo que depois veja que eu interpretei alguma coisa erroneamente.

Assim eu faço porque, de qualquer forma, o que eu SENTI na hora foi real.

Numa analogia meio irresponsável, o que eu faço aqui seria como um tipo de
jornalismo interpretativo.
Não preciso buscar a imparcialidade nem a objetividade que espaços que realmente se propõe a ser imparciais deveriam buscar.

Este é um blog de opinião.
Portanto, é livre.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Blog da Dani Poa

Não é fácil deixar-me triste
É mais fácil ou corriqueiro ver-me com sono, atucanada, de tpm...

Quase nunca triste fico com fatores exteriores
Normalmente quando assim acontece, é porque me decepcionei comigo mesma, com alguém que eu ame muito ou com algo realmente importante.

Só que hoje eu enxerguei que triste fico por pouco, algo quase ridículo..

Hoje eu to muito, muito triste.
Depois de um ano,
A caipira ouviu o meu nome, reconheceu e comentou..
Pode ter sido algo pequeno pra quem não dá importância
Mas pra mim era algo grande, fofo e motivante.

Muita gente me ligou pra contar, várias janelinhas do msn piscaram, alguns comentários aqui deixaram...

Eu só queria que as pessoas imaginassem o que significa pra mim a caipira e o alemão saberem quem eu sou, o que eu faço, saberem desse espaço que eu tenho..

E não é tietagem não, longe disso.. é reconhecimento e carinho, por um esforço que faço por eles também.

Mas mais especificamente, queria que quem gosta dela, não interessa de que "partido" seja, se colocasse no meu lugar. Essa é a forma mais eficaz da gente conseguir se compreender, eu acho. Quaria que parasse hoje pra pensar o quanto seria gratificante, se você tivesse um blog, que ele fosse lembrado no ar e que a Íris reconhecesse e dissesse que acessa, que sabe qual é.

Sim, porque quem eu sou, eu sei que ela sabe.
O que eu faço(e fiz) ela sabe sim, ela TEM.

E a minha certeza é que ela lembrou das coisas que viu
quando ouviu "Dani Poa" ou "Dani Poá", com direito a acento e tudo...

Aí, depois que vocês pensassem o quanto legal isso é, queria que soubessem que eu não posso ouvir essa parte do programa. Quem grava e edita fez o favor de retirar o meu nome da gravação e pular logo a voz da Íris pros outros blogs.. dá pra ouvir ela falar no blog oficial, sirizão, irisk3, etc, etc, etc.
Mas quando ela fala do meu, não.

O meu é diferente, é menos, não merece, não é igual.
Eu não estou aqui lutando e torcendo por uma mesma pessoa, eu acho...

Eu, ah, eu não mereço.

Aliás, devo merecer, pra Íris, já que ela sim lembra.
Mas pra essa pessoa específica, que eu não sei quem é, mas gostaria, eu sou menos.

É engraçado isso.. a Caipira não faz distinção entre os seus fãs, mas as pessoas fazem.
Eu não sei o que o meu nome tem de tão feio ou importante pra não aparecer na gravação...
Será que é porque além dela, eu gosto do Alemão?

Pra amar a Íris é preciso amar só ela, é isso?
Não posso ter outras pessoas no meu coração, torcer por outros destinos, ter os meus sonhos

Aliás, a própria Íris não pode falar o que quiser, né? Sim, porque se ela fala, é cortada.
Que tipo de fã é esse?
Que silencia as palavras de quem gosta porque elas não são do seu agrado?
Até quando a caipira vai falar o que ela tem vontade, na hora que tem vontade, da forma espontânea e linda que me fez gostar dela, mas... desculpa Íris, você é editada.

É editada porque o que fala, às vezes, não agrada.

Queria saber que respeito é esse que tanto cobram das mexicanas, que as outras tribos não exercem nem por ela?

Podem questionar agora porque eu não estava ouvindo, porque eu não gravo...
Simples. Porque a minha vida não gira em torno da Íris, nem do Alemão, nem desse blog, nem de ninguém. Apesar disso, eu a escuto sempre que posso, através daqueles que se propõe a "copilar" o trabalho dela, fazer um arquivo pra que pessoas como eu, quando chegarem em casa, possam ver o quanto ela evolui, cresceu e aprendeu.
Pode não ser o suficiente pra algumas pessoas, eu fazer isso só de noite, depois do trabalho e da faculdade... mas é o tanto de mim que eu tenho como doar, nesse momento.
Já vivi três meses da minha vida olhando cada gesto que ela fazia, ouvindo e rindo das suas besteiras, chorando e torcendo por alguém que EU ESCOLHI torcer.

Só que hoje não é mais assim, não pode ser assim, ERA ERRADO ser assim.
Eu aprendi a dividir o meu tempo de forma que não me fizesse mal gostar de alguém.
Me dediquei e me dedico da forma que posso, com o tempo que eu disponho, não mais com o tempo do meu sono, estudo e trabalho.
Contra tudo e contra todos, aqui eu me mantenho, torcendo.

Há muitos meses já eu tenho esse espaço, faço vídeos, montagens, participo de campanhas...
Só que quando eu tenho o meu nome lembrado, desculpa Dani, tu não vai poder ouvir...

A caipira sabe, falou e lembra, mas a gente não quer assim.

Desculpa Dani Poa, o teu esforço e o teu carinho não valem, só o meu.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Photobucket

terça-feira, 22 de abril de 2008

Blog da Dani Poa