Acho que já deu pra perceber que eu gosto de borboletas né?
Gosto delas por vários motivos e não é um gostar por gostar.
Num imã de geladeira que ganhei do meu pai há muitos anos atrás, fala da origem do meu nome e me descreve como "as free as the air"
... tão livre quanto o ar ...
Eu tiro daí a minha adoração por borboletas.
Gosto delas por outros vários motivos também, mas vocês já devem estar se perguntando o que tudo isso tem a ver com as nossas 'portas preferidas'...
Ah, as borboletas tem muito a ver com eles.
Falo nelas aqui hoje porque lembrei de uma expressão muito característica, em inglês, que traduz perfeitamente o que acontece entre Siri e Alemão.
"Butterflies in the stomach",
o nosso conhecido frio na barriga.
A tradução não é literal, mas a sensação é.
O frio que a gente sente assim, quando aquele alguém toca a gente,
vem das borboletas que se mexem lá dentro,
anunciando um sentimento que não há como renegar.
O efeito que isso tem sobre os dois é notável..
Quando aquela pequena mulher encostava naquele homem,
Acho que o céu, pra eles, parecia descer até aqui..
É engraçado o pouco poder que eles detém sobre o que sentem..
Na Íris e no Alemão eu parecia enxergar o caminho que a sensação percorria..
Vinha lá de dentro, bem devagarinho, aquele friozinho..
Subia, corrompia, não deixava o arredor interferir.
E aí, de repente,
...ela fechava os olhos...
era nesses segundos que eu percebia
que ela já não detinha controle algum...
Quando a caipira fechava os olhos, era a prova e a mostra.
Era a imagem nítida das borboletas,
passando dele pra ela...
Gosto delas por vários motivos e não é um gostar por gostar.
Num imã de geladeira que ganhei do meu pai há muitos anos atrás, fala da origem do meu nome e me descreve como "as free as the air"
... tão livre quanto o ar ...
Eu tiro daí a minha adoração por borboletas.
Gosto delas por outros vários motivos também, mas vocês já devem estar se perguntando o que tudo isso tem a ver com as nossas 'portas preferidas'...
Ah, as borboletas tem muito a ver com eles.
Falo nelas aqui hoje porque lembrei de uma expressão muito característica, em inglês, que traduz perfeitamente o que acontece entre Siri e Alemão.
"Butterflies in the stomach",
o nosso conhecido frio na barriga.
A tradução não é literal, mas a sensação é.
O frio que a gente sente assim, quando aquele alguém toca a gente,
vem das borboletas que se mexem lá dentro,
anunciando um sentimento que não há como renegar.
O efeito que isso tem sobre os dois é notável..
Quando aquela pequena mulher encostava naquele homem,
Acho que o céu, pra eles, parecia descer até aqui..
É engraçado o pouco poder que eles detém sobre o que sentem..
Na Íris e no Alemão eu parecia enxergar o caminho que a sensação percorria..
Vinha lá de dentro, bem devagarinho, aquele friozinho..
Subia, corrompia, não deixava o arredor interferir.
E aí, de repente,
...ela fechava os olhos...
era nesses segundos que eu percebia
que ela já não detinha controle algum...
Quando a caipira fechava os olhos, era a prova e a mostra.
Era a imagem nítida das borboletas,
passando dele pra ela...
Dela, pra ele.
Eu via aquele calafrio percorrendo os lábios, os olhos, o pescoço..
Via o arzinho caminhar entre eles, brincando com as sensações, através daquela maldade sedutora, adorando ver um homem e uma mulher tão perdidos
Eu via aquele calafrio percorrendo os lábios, os olhos, o pescoço..
Via o arzinho caminhar entre eles, brincando com as sensações, através daquela maldade sedutora, adorando ver um homem e uma mulher tão perdidos
com a intensidade do que sentiam...
Quando ele chegava pertinho
era engraçado o nervosismo dela, a maneira como ela olhava pro infinito,
evitando os olhos dele encontrar...
Quando ele chegava pertinho
era engraçado o nervosismo dela, a maneira como ela olhava pro infinito,
evitando os olhos dele encontrar...
Só que aí, quando ele encostava o rosto no dela,
quando beijava aquela bochecha um milhão de vezes,
de olhos fechados ela sorria,
feliz por ele não estar olhando, feliz por ele não vê-la se entregar...
Mas ele via.
E não via através dos inúmeros espelhos que a casa continha e nem poderia,
pois seus olhos estavam fechados também.
O Alemão via que ela tremia porque as borboletas ele sentia, através delas ele conseguia provar que uma mulher não precisa falar...
O seu corpo a faz se entregar.
feliz por ele não estar olhando, feliz por ele não vê-la se entregar...
Mas ele via.
E não via através dos inúmeros espelhos que a casa continha e nem poderia,
pois seus olhos estavam fechados também.
O Alemão via que ela tremia porque as borboletas ele sentia, através delas ele conseguia provar que uma mulher não precisa falar...
O seu corpo a faz se entregar.











