Pontos finais só podem ser dados por quem escreve a história.
Não porquem a assiste, por mais que dela goste e se envolva.
É esse entendimento que deve ficar aqui.
Não se apóiem nas minhas opiniões pra seguir em frente,
nem nas minhas férias pra desistir de sonhar.
Eu tô aqui ainda, olhando pra eles com os mesmos olhos, confiantes e sinceros.
A única coisa que muda é que as minhas palavras não terão mais força, em ambos os sentidos. Não terão força nem pra alimentar, nem pra fazer desacreditar.
Os meus sonhos não têm mais peso nenhum, principalmente para eles.
Este espaço fica.
Ficam escritas as palavras vindas do meu coração,
ficam eternizadas as imagens que foram fortes o suficiente para nos encantar.
Quero que o mundo saiba que isso existiu, que foi verdadeiro e que me comoveu.
Aqui está o que eu pude fazer por essa história.
Ter o direito de lembrar.
Dani Poa
29 de junho de 2008.
Domingo, 29 de Junho de 2008
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Dani Poa
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Quarta-feira, 25 de Junho de 2008
Gente, queria pedir desculpa por ter sumido, mas não sinto que preciso.
E como eu só faço o que eu sinto..
Venho aqui hoje pra dizer que tô tirando um tempo.
Na verdade, é como se fosse umas férias desse assunto, porque confesso, ele tem me cansado ultimamente. A cobrança, que antes era apenas em cima deles, aos poucos foi vindo pra cima de mim também, e hoje ocupa um espaço que eu não gosto.
Além disso, nos últimos meses eu não tenho tido muito o que falar, sobre o quê escrever... criou-se uma obrigação em vir aqui postar que não me deixa confortável.
As minhas certezas sempre foram afirmadas, por todo esse tempo.
E quero que vocês saibam, elas não mudaram.
Fui eu que mudei, o meu tempo mudou, a minha vida não parou nesse último ano, portanto, novas coisas aconteceram e o meu foco hoje não é mais o mesmo.
Passei por um processo punk, de mudanças que todo mundo que termina uma faculdade tem que passar, mas que doem um pouco.
Tô numa fase introspectiva, quero ficar quietinha, na minha.
Não sei se quero mais que os meus sentimentos sejam expostos pra todo mundo ler.
Nunca quis criar uma dependência das pessoas com esse espaço, mas temo que ela acabou acontecendo.
Vai ser bom pra mim e pra vocês também.
Não se apóiem nas minhas opiniões pra seguir em frente, nem nas minhas férias pra desistir de sonhar.
Eu não desisti ainda, apesar das cicatrizes que esse tempo me trouxe.
Aprendi que aos poucos as feridas curam, e que, após a retirada dos curativos, eu consigo ainda rir da graça da Caipira e do jeitinho do Alemão.
Foi isso que me conquistou e é isso que eu vou levar pra sempre.
O sorriso.
Aqui ficam todos os textos produzidos a partir de um sentimento inexplicável, talvez o mais estranho e doido que eu já senti, nos meus 21 anos de estrada. Mas um dos mais sinceros e lindos também. A forma como esses dois me conquistaram ainda está para ser explicada por alguma teoria louca da psicologia.
Mas acho que nunca será.
Têm coisas que simplesmente são inexplicáveis... e inesquecíveis.
De coração, não me julguem, não digam que joguei a toalha, isso não tem nada a ver com qualquer novo affaire atribuído a nenhum dos dois. É uma decisão que venho pensando há algum tempo se devo tomar ou não, e depois de conversar com algumas pessoas que eu gosto muito, concluí que vai ser melhor assim.
Não saiam tb me casando pela milésima vez com o Alemão, não me acusem de coisas que não poderei me defender.
Assim como não me apóiem se não sentirem que devem.
Eu tô de férias desse mundo doido que sem querer eu me vi inserida.
De cobranças que não me pertencem, de acusações fracas, covardes e cruéis, de obrigações que eu não tenho, de responsabilidades que eu não quero.
Com elas, eu sei que abdico também dos elogios e de todas as coisas boas que isso aqui me trouxe.
Mas é o preço que se paga...
Nesse momento, pra mim simplesmente não vale mais a pena.
Não me perguntem se algum dia eu vou voltar, porque eu sinceramente não sei.
Vamos deixar acontecer naturalmente, como diz a música.
Brigada por tudo que a gente passou junto.
Quando eu tiver uns 80 anos, ainda vou olhar pra trás e lembrar o quão louca e linda foi a nossa história.
Íris e Alemão, brigada pelas pessoas que o "gostar de vocês" me trouxe,
brigada por me mostrarem uma nova forma de sonhar.
Sonhar por alguém, para alguém.
Sem pedir nada em troca a não ser o sorriso, que eu sinceramente, ainda acredito ver pleno e brilhante reluzindo nos olhos de cada um de vocês outra vez.
Aquele teu, grande e exagerado, Siri, nos olhos pequenos e lindos do Alemão.
Aquele tímido e gostoso, limão, na água clara e verde que são os olhos da Caipira.
E como eu só faço o que eu sinto..
Venho aqui hoje pra dizer que tô tirando um tempo.
Na verdade, é como se fosse umas férias desse assunto, porque confesso, ele tem me cansado ultimamente. A cobrança, que antes era apenas em cima deles, aos poucos foi vindo pra cima de mim também, e hoje ocupa um espaço que eu não gosto.
Além disso, nos últimos meses eu não tenho tido muito o que falar, sobre o quê escrever... criou-se uma obrigação em vir aqui postar que não me deixa confortável.
As minhas certezas sempre foram afirmadas, por todo esse tempo.
E quero que vocês saibam, elas não mudaram.
Fui eu que mudei, o meu tempo mudou, a minha vida não parou nesse último ano, portanto, novas coisas aconteceram e o meu foco hoje não é mais o mesmo.
Passei por um processo punk, de mudanças que todo mundo que termina uma faculdade tem que passar, mas que doem um pouco.
Tô numa fase introspectiva, quero ficar quietinha, na minha.
Não sei se quero mais que os meus sentimentos sejam expostos pra todo mundo ler.
Nunca quis criar uma dependência das pessoas com esse espaço, mas temo que ela acabou acontecendo.
Vai ser bom pra mim e pra vocês também.
Não se apóiem nas minhas opiniões pra seguir em frente, nem nas minhas férias pra desistir de sonhar.
Eu não desisti ainda, apesar das cicatrizes que esse tempo me trouxe.
Aprendi que aos poucos as feridas curam, e que, após a retirada dos curativos, eu consigo ainda rir da graça da Caipira e do jeitinho do Alemão.
Foi isso que me conquistou e é isso que eu vou levar pra sempre.
O sorriso.
Aqui ficam todos os textos produzidos a partir de um sentimento inexplicável, talvez o mais estranho e doido que eu já senti, nos meus 21 anos de estrada. Mas um dos mais sinceros e lindos também. A forma como esses dois me conquistaram ainda está para ser explicada por alguma teoria louca da psicologia.
Mas acho que nunca será.
Têm coisas que simplesmente são inexplicáveis... e inesquecíveis.
De coração, não me julguem, não digam que joguei a toalha, isso não tem nada a ver com qualquer novo affaire atribuído a nenhum dos dois. É uma decisão que venho pensando há algum tempo se devo tomar ou não, e depois de conversar com algumas pessoas que eu gosto muito, concluí que vai ser melhor assim.
Não saiam tb me casando pela milésima vez com o Alemão, não me acusem de coisas que não poderei me defender.
Assim como não me apóiem se não sentirem que devem.
Eu tô de férias desse mundo doido que sem querer eu me vi inserida.
De cobranças que não me pertencem, de acusações fracas, covardes e cruéis, de obrigações que eu não tenho, de responsabilidades que eu não quero.
Com elas, eu sei que abdico também dos elogios e de todas as coisas boas que isso aqui me trouxe.
Mas é o preço que se paga...
Nesse momento, pra mim simplesmente não vale mais a pena.
Não me perguntem se algum dia eu vou voltar, porque eu sinceramente não sei.
Vamos deixar acontecer naturalmente, como diz a música.
Brigada por tudo que a gente passou junto.
Quando eu tiver uns 80 anos, ainda vou olhar pra trás e lembrar o quão louca e linda foi a nossa história.
Íris e Alemão, brigada pelas pessoas que o "gostar de vocês" me trouxe,
brigada por me mostrarem uma nova forma de sonhar.
Sonhar por alguém, para alguém.
Sem pedir nada em troca a não ser o sorriso, que eu sinceramente, ainda acredito ver pleno e brilhante reluzindo nos olhos de cada um de vocês outra vez.
Aquele teu, grande e exagerado, Siri, nos olhos pequenos e lindos do Alemão.
Aquele tímido e gostoso, limão, na água clara e verde que são os olhos da Caipira.
Eu já vi isso acontecer.
Essas lembranças ninguém me tira.
Vou voar com elas por aí...
Essas lembranças ninguém me tira.
Vou voar com elas por aí...
Uma borboleta precisa ser livre para ser feliz.
Eu também.
Dani Poa
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Dani Poa
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Quarta-feira, 18 de Junho de 2008
Faça de um dia triste um dia de lembranças felizes
Há muito o que lembrar.
Há muito pra esquecer.
Uma história só é grande, quando grande quer ser.
Mágica, quando se deixa acontecer.
E linda, quando apaixona sem perceber.
Grande, mágica e linda, quando um país inteiro se faz envolver.
Um ano de lembranças hoje.
Uma vida inteira pela frente.
E a certeza de que o futuro, a NÓS pertence.
Ele só dá os caminhos, nós é quem damos as certezas.
Faça de hoje um dia de lembranças felizes.
Pra mim, elas são maiores do que as tristes.
Meu coração é só saudade.
Por isso sei que eles me deram muita felicidade.
Só sinto falta do que me fez feliz.
Cada demonstração rancorosa hoje, só será pra carimbar a certeza de que ninguém esqueceu.
Cada demonstração de carinho, para provar que eles ficaram marcados como algo bom.
Há muito pra esquecer.
Uma história só é grande, quando grande quer ser.
Mágica, quando se deixa acontecer.
E linda, quando apaixona sem perceber.
Grande, mágica e linda, quando um país inteiro se faz envolver.
Um ano de lembranças hoje.
Uma vida inteira pela frente.
E a certeza de que o futuro, a NÓS pertence.
Ele só dá os caminhos, nós é quem damos as certezas.
Faça de hoje um dia de lembranças felizes.
Pra mim, elas são maiores do que as tristes.
Meu coração é só saudade.
Por isso sei que eles me deram muita felicidade.
Só sinto falta do que me fez feliz.
Cada demonstração rancorosa hoje, só será pra carimbar a certeza de que ninguém esqueceu.
Cada demonstração de carinho, para provar que eles ficaram marcados como algo bom.
Algo que a gente pra sempre vai lembrar e sorrir, seja quando amor perfeito tocar numa mesa de bar, seja quando a Lua cheia aparecer na nossa janela, linda e perfeita.
Essas lembranças sempre vão trazer pra perto do coração aqueles três meses inesquecíveis.
Reviver o passado pode ser bom, principalmente quando precisamos de razões que expliquem tanto sentimento.
Tenho certeza que revendo alguns vídeos, as nossas certezas serão plenas,
e nosso coração, feliz, mais uma vez.
Essas lembranças sempre vão trazer pra perto do coração aqueles três meses inesquecíveis.
Reviver o passado pode ser bom, principalmente quando precisamos de razões que expliquem tanto sentimento.
Tenho certeza que revendo alguns vídeos, as nossas certezas serão plenas,
e nosso coração, feliz, mais uma vez.
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Dani Poa
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Quinta-feira, 12 de Junho de 2008
Não é à toa que o símbolo dessa paixão é a lua.
Ao mesmo tempo que está lá, imponente e cheia, às vezes,
na semana seguinte é só um fiapo de luz.
Assim é a nossa esperança, assim é, acredito eu, a relação entre Íris e Diego.
Um dia é muito, outro dia é muito pouco.
Os motivos desse sobe e desce da montanha russa desconhecemos por completo,
mas os motivos da instabilidade da nossa paixão sabemos, sim, quais são.
É desesperador torcer por algo que parece tão distante.
Só que hoje, no dia dos namorados, parei pra pensar e enxerguei na minha frente a comparação mais que perfeita pra tudo que os envolve, incluindo a gente.
A lua.
Mesmo quando pequena e fraca, sabemos que vai engordar e voltar a ser linda e perfeita.
Mesmo cheia e brilhante, sabemos que vai murchar e ficar quase desapercebida por uns dias...
Assim é o meu sentimento.
Quando acho que esqueci, ele volta por completo.
Quando acho que não tem como esquecer, passo dias sem lembrar.
Só que a lua é pra sempre.
Passam os cometas, se apagam as estrelas, mas ela está lá..
minguante hoje, cheia amanhã.
Fases.
Em qual nós estamos?
FELIZ DIA DOS NAMORADOS CAIPIRA E ALEMÃO
Ao mesmo tempo que está lá, imponente e cheia, às vezes,
na semana seguinte é só um fiapo de luz.
Assim é a nossa esperança, assim é, acredito eu, a relação entre Íris e Diego.
Um dia é muito, outro dia é muito pouco.
Os motivos desse sobe e desce da montanha russa desconhecemos por completo,
mas os motivos da instabilidade da nossa paixão sabemos, sim, quais são.
É desesperador torcer por algo que parece tão distante.
Só que hoje, no dia dos namorados, parei pra pensar e enxerguei na minha frente a comparação mais que perfeita pra tudo que os envolve, incluindo a gente.
A lua.
Mesmo quando pequena e fraca, sabemos que vai engordar e voltar a ser linda e perfeita.
Mesmo cheia e brilhante, sabemos que vai murchar e ficar quase desapercebida por uns dias...
Assim é o meu sentimento.
Quando acho que esqueci, ele volta por completo.
Quando acho que não tem como esquecer, passo dias sem lembrar.
Só que a lua é pra sempre.
Passam os cometas, se apagam as estrelas, mas ela está lá..
minguante hoje, cheia amanhã.
Fases.
Em qual nós estamos?
FELIZ DIA DOS NAMORADOS CAIPIRA E ALEMÃO
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Dani Poa
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Sábado, 7 de Junho de 2008
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Dani Poa
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Domingo, 1 de Junho de 2008
"Não importa o que os outros vão falar de você, se você sabe quem você é."
Uma ceninha inédita pra acalmar o coração.
Bom início de semana!
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Dani Poa
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Sexta-feira, 30 de Maio de 2008
Só um ps. antes do fim de semana
1. Tem gente assinando em blogs por aí como Dani Poa.
Cuidado.
2. No post que eu fiz aí embaixo, não me interessa quem foi que escreveu aquilo.
Se foi a original, a cópia ou a falsificada.
Se foi mexicana se passando por hebe, hebe com raiva de mexicana.
O importante é que foi feio, desrespeitoso e baixo.
Consciência, please!
Eu vou é sair, dar mta risada e beber até cair hoje, porque
EU TERMINEIIIIIIIIIII meu trabalho, nem acredito
hehehehe
Bjooooooooos gente
Bom fim de semana!!!
Postado por
Dani Poa
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Quinta-feira, 29 de Maio de 2008
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